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Doenças respiratórias lotam hospitais de Sorocaba e os casos disparam




Casos de doenças respiratórias pressionam a saúde em Sorocaba e reforçam a importância da prevenção




Sorocaba enfrenta um período de forte aumento nos casos de doenças respiratórias, situação que tem provocado a superlotação de hospitais e unidades de pronto atendimento em toda a cidade. Com a chegada do outono e do inverno, vírus como o da Influenza e outros agentes respiratórios passam a circular com maior intensidade, exigindo atenção redobrada da população e do poder público.



De acordo com dados da Secretaria Municipal da Saúde, somente neste ano já foram registrados 308 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). As complicações decorrentes dessas doenças resultaram em 44 óbitos, sendo 12 deles causados pelo vírus Influenza, responsável pela gripe.



O reflexo desse cenário é sentido diretamente nas unidades hospitalares. O Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), referência no atendimento pediátrico da região, registrou aumento superior a 80% na ocupação dos leitos destinados a crianças com doenças respiratórias. Atualmente, tanto os leitos de enfermaria quanto os de Unidade de Terapapia Intensiva (UTI) operam frequentemente em sua capacidade máxima.

A situação preocupa especialmente porque a maioria das crianças internadas em estado grave tem menos de um ano de idade, faixa etária mais vulnerável às complicações causadas por vírus respiratórios. Além disso, a alta ocupação hospitalar impacta toda a rede pública de saúde, aumentando a fila de pacientes que aguardam transferência para internação.



Entre os adultos, o cenário também merece atenção. O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), que também realiza atendimentos de urgência, registrou crescimento superior a 50% na procura por pacientes com sintomas respiratórios durante o mês de junho.



Especialistas alertam que muitas pessoas acabam agravando o quadro de saúde ao recorrer à automedicação ou adiar a busca por atendimento médico. Sintomas persistentes como febre alta, dificuldade para respirar, falta de ar intensa, tosse prolongada ou piora do estado geral devem ser avaliados por um profissional de saúde.

Diante desse momento, a prevenção continua sendo a principal aliada da população. A vacinação contra a gripe, especialmente para os grupos prioritários, permanece como uma das medidas mais eficazes para reduzir casos graves e internações. Também são recomendados hábitos simples, como higienizar frequentemente as mãos, manter os ambientes ventilados, cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar e evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios.



Neste momento, é fundamental que cada cidadão faça sua parte, adotando as medidas preventivas e procurando atendimento médico ao surgimento de sintomas mais graves. Cuidar da saúde é uma responsabilidade coletiva, e somente com planejamento, investimento e a colaboração de todos conseguiremos enfrentar esse período de alta das doenças respiratórias e proteger a vida dos sorocabanos.



Diante desse cenário, o vereador reforça seu compromisso com a defesa da saúde pública e seguirá acompanhando de perto as demandas da população, cobrando providências e apoiando ações que contribuam para ampliar a capacidade de atendimento, fortalecer a prevenção e garantir mais qualidade nos serviços de saúde oferecidos aos sorocabanos.



Fonte G1

 
 
 

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