top of page

Orelha e Caramelo: a violência que chocou o país e a importância de proteger os animais





A proteção animal deve ser tratada como uma política pública séria,

permanente e comprometida com a vida.




Os casos dos cães comunitários Orelha e Caramelo, que viviam na Praia Brava, em Florianópolis, causaram comoção e indignação em todo o país. Conhecidos e cuidados pela comunidade, ambos foram vítimas de atos de violência que expõem uma crueldade que não pode e não deve ser ignorada.



O cão Orelha morreu após sofrer um ataque chocante e brutal, espancado até a morte. Já Caramelo sobreviveu a tentativas de afogamento no mar e a atos de violência, registrados por câmeras de segurança, nas quais o animal aparece sendo arremessado por cima da cerca de um condomínio. Casos distintos, com autores diferentes, mas unidos por uma mesma e alarmante realidade: a violência contra animais comunitários.



Apesar da grande repercussão nacional desses episódios, infelizmente situações como essas ocorrem diariamente em diversas cidades do país. Em Sorocaba, há um avanço importante nesse enfrentamento. A Lei nº 168/2022, de autoria do vereador Fernando Dini, estabelece diretrizes para a proteção dos animais comunitários, garantindo sua permanência nos territórios onde vivem, reconhecendo os voluntários responsáveis por seus cuidados e permitindo a instalação de casinhas e abrigos.



Essa legislação representa um passo significativo ao organizar, fortalecer e humanizar o cuidado com os animais no município, reafirmando que a proteção animal deve ser tratada como uma política pública séria, permanente e comprometida com a vida.



Proteger os animais é um dever coletivo e um compromisso com a construção de uma cidade mais justa, empática e humana.




 
 
 

Comentários


bottom of page